GRAAVE transforma rock sombrio em uma experiência quase litúrgica
GRAAVE é um daqueles projetos que fogem completamente do convencional. Formada em 2025, a banda aposta em uma sonoridade cinematográfica ao unir um verdadeiro órgão de igreja, trio de cordas (violino, viola e violoncelo), baixo marcante, bateria e teclados para criar atmosferas densas e carregadas de emoção.
À frente do projeto está Vince (LETHVM), acompanhado por Chris, da Virgin Prozak, na bateria, e Arcady, da The Souls of Jack, nos teclados. O resultado é um dark rock que mistura peso, delicadeza e uma forte influência da música clássica.
O primeiro single, “Breathe Into Your Ear”, chega acompanhado de um videoclipe gravado no coro da Catedral de São Paulo de Liège, reforçando a identidade visual e sonora da banda. A faixa aborda temas como perda, reconstrução e esperança em meio à escuridão, mostrando um grupo que aposta tanto na experiência sensorial quanto na força das composições.
R.S.M.H. leva metal, hardcore, rap e industrial ao extremo
Se a ideia é ouvir algo realmente diferente, R.S.M.H. entrega uma combinação explosiva de metal, hardcore, rap e música industrial, batizada pela própria banda como “Grape” (Grind + Rap).
Em seu quarto álbum, o grupo transforma frustrações, sarcasmo e humor extremamente ácido em uma experiência sonora intensa. A proposta vai muito além do choque: utilizando paródia e personagens exageradamente perversos, a banda cria uma crítica à decadência da sociedade contemporânea.
Com riffs pesados, batidas industriais, vocais agressivos e influências do rap, R.S.M.H. constrói um trabalho que rompe com as convenções dos gêneros tradicionais e aposta em uma abordagem totalmente contracultural. É um disco voltado para quem procura música extrema, experimental e sem qualquer preocupação em agradar o grande público.
Greg estreia com um álbum para fãs de pop-punk e rock alternativo
O italiano Greg apresenta seu primeiro álbum, “Survived Kids”, um trabalho que mergulha nas sonoridades do pop-punk e do rock alternativo para contar histórias sobre amadurecimento, identidade e superação.
Com dez faixas, o disco funciona como uma carta aberta sobre experiências pessoais. Entre guitarras energéticas e melodias nostálgicas, Greg aborda temas como solidão, perdas, autodestruição e esperança, criando um álbum bastante emocional sem perder o espírito característico do pop-punk.
Faixas como “Anthem 4 the Broken”, “Weird Kid”, “Reason” e “History” mostram um artista que transforma vulnerabilidade em combustível criativo. Aos 24 anos, Greg surge como um nome promissor da nova cena alternativa italiana, equilibrando refrães marcantes com letras capazes de dialogar com uma geração em busca de pertencimento.
